O Globo Comunidade RJ exibiu uma reportagem especial sobre o Brota Vidigal, apresentando o hub como referência de trabalho comunitário e coworking dentro da favela. A matéria, conduzida pela repórter Luciana Osório, mostrou a história do fundador norte-americano que escolheu o Vidigal para transformar um espaço em ponto de encontro entre moradores, empreendedores e visitantes.

Assista à reportagem completa no Globoplay — 6 minutos e 17 segundos de história contada de dentro da comunidade.

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Do outro lado do mundo para dentro do Vidigal

A reportagem acompanhou o dia a dia do fundador do Brota nas ruas da favela — do trajeto pelas vielas coloridas até a chegada no hub, onde jovens da comunidade estudam, produzem conteúdo, gravam podcasts e desenvolvem seus próprios projetos. A escolha de morar e empreender no Vidigal virou o fio condutor da matéria: a favela como território de possibilidades, não de assistência.

O coworking na favela em movimento

Uma das cenas mais marcantes da reportagem mostrou uma turma de jovens do Vidigal em plena atividade dentro do Brota, com laptops abertos, discutindo projetos. Luciana Osório apresentou o espaço como um coworking comunitário — mesa compartilhada, wi-fi de alta velocidade, salas de reunião — mas com um diferencial: quem trabalha ali é morador ou parceiro da comunidade.

"Não é um coworking para levar o de fora pra dentro. É um coworking para o de dentro sair pro mundo." — Trecho da reportagem

Estúdio de podcast em destaque

A matéria também passou pelo estúdio de podcast do Brota, onde o fundador foi entrevistado. Ao fundo, a arte do podcast Os Favelados Pod — produção 100% comunitária que virou uma das vitrines de conteúdo saído do hub. A estrutura profissional dentro da favela, ponto sublinhado pela reportagem, é o que abre caminho para novos criadores.

O impacto de aparecer na Globo

Após a exibição, o Brota registrou aumento significativo de contatos: novos parceiros interessados em apoiar o projeto, moradores querendo utilizar o espaço e outras iniciativas comunitárias buscando entender o modelo. Uma reportagem em canal aberto continua sendo, para uma iniciativa nascida na favela, uma das formas mais poderosas de virar a chave da conversa nacional.

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